Pular para o conteúdo principal

Em 2016 eu assisti... O primeiro amor

Quem nunca teve aquelas paixões inocentes e até platônicas durante a infância? Paixões daquelas que temos vergonha de contar para os nossos amigos e até para a nossa família?

O que aconteceu com essa paixão? Virou amor ou só ficou no passado como uma simples lembrança? Eram "coisas de criança" ou era o amor querendo nascer? No caso de Juli Baker, essa paixão realmente virou um amor e até platônico e a acompanhou durante anos, até mais do que ela esperava...

Tudo começo quando ela conheceu Bryce Loski. O primeiro olhar, a faísca do primeiro sentimento, e pena que só para um dos lados. Juli já era moradora do bairro quando Bryce veio fazer parte da vizinhança. Ela foi ajudá-lo na mudança, mas desde lá o que ela recebera era apenas repulsa por parte de Bryce. A família dele, bastante conservadora por causa de seu pai, mantinha distância dos vizinhos e consequentemente ele de Juli. Isso só fazia aumentar o que ela sentia por ele, afinal, nada como um desafio para aumentar ainda mais a paixão.

As aulas iniciaram e os dois acabaram por estudar na mesma sala. Para ela era mais uma chance de conquistá-lo já que agora ele estava mais próximo. Mas ele estava decidido e não voltaria atrás, não daria chance alguma para Juli Baker.

E assim foi durante anos...
Uma paixão que nasceu durante a infância de Juli e a acompanhou por toda a adolescência.

Chegando próximo ao fim da adolescência alguns acontecimentos na vida de Juli a fizeram amadurecer e ver a vida de outra forma. Um deles foi o derrubamento de uma árvore próxima a sua casa onde ela subia diariamente e fazia dela uma espécie de refúgio para os seus problemas. No dia do derrubamento Bryce não se comoveu com Juli e a deixou lá, em cima da árvore, sozinha.

Sua amada árvore foi derrubada e Bryce Loski simplesmente não fez nada para mudar isso ou consolá-la. A partir daí ela começou a mudar e  perceber que o amor não podia existir em apenas um dos lados. Agora Juli Baker estava certa de que o amor foi criado para ser recíproco e no caso dela não estava sendo. Algo precisava mudar. E esse algo foi... ela mesma.

A partir dali Juli resolveu esquecer Bryce, mas o que ela não esperava é que dessa vez quem havia se apaixonado era ele. O dia do derrubamento da árvore mostrara como Juli era uma garota guerreira, por quem valia a pena lutar. Agora o jogo havia sido revertido, da forma que Juli tanto sonhara, da forma que ela mesma resolvera deixar no passado. Quem sofreu durante tanto tempo amadureceu e quem não sofrera por nada estava prestes a iniciar a mesma batalha. E assim foi. Bryce vivia procurando por Juli que agora estava mais decidida do que nunca. Ele agora percebera que ela fazia sim a diferença em sua vida e queria mudar tal situação.

E agora, o que seria dos dois? Uma história de amor fadada ao fracasso ou submetida a um grande recomeço?
Fonte da imagem
A história se desenrola sobre esse enredo. O primeiro amor é um filme calmo que promete certas doses de melancolia por parte de Juli. Além disso, traz lições de vida, como a de aproveitar o amor quando ele está bem ali a sua frente. O filme O primeiro amor se encerra de uma forma tranquila e com aquele gosto de "ah, que pena que acabou, achei que teria mais emoções". A história toda não possui grandes emoções, ela traz a verdadeira tranquilidade que o amor traz consigo. É uma ótima opção para os adeptos ao amor a moda antiga, ou para os adeptos ao amor a moda futura também rs, afinal, o amor é e sempre será o mesmo em qualquer época.

E aí gostaram da resenha do filme? Espero que sim *-*
Beijocas e Paçocas e até a próxima :*

Comentários

  1. EU AMO ESSE FILME COM TODAS AS MINHAS FORÇAS, É MUITO FOFINHO!
    Mesmo que eu fique toda chorosa no final e mesmo que eu deseje muito uma segunda parte, ele por si só já é maravilhoso!

    irianneveloso.blogspot.com

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Que bom que gostou, como eu disse na resenha eu o achei um pouco calmo demais rs, queria mais adrenalina kkkk beijocas e paçocas :*

      Excluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

O dia em que deixei de me afogar e aprendi a nadar sozinha

Senti desespero. Me senti sozinha mesmo estando entre tantas pessoas. Eram pessoas que me amavam, eu sei disso. Cuidavam de mim. Eram meus amigos. Por que tanto medo? Por que tanto receio? Por que esse desespero? Eu não sei. Simplesmente sentia e vinha como um furacão, era apenas um pensamento e pronto: desespero, confusão e angústia tomavam conta de mim. Eu não entendia e ninguém entenderia. Como entenderiam algo que nem mesmo quem sente entende? Me sentia perdida e só. Me sentia confusa e incompreendida. Não me sentia eu e isso era péssimo. O que estava acontecendo? Por que sentir tudo aquilo?
Você estava ao meu lado, você sempre esteve. Obrigada. Conversei contigo, desabafei e tive vontade de chorar... E chorei. Precisava daquele momento. Estranho momento. Você me ouviu, assim como alguém que ouve atentamente ao recado de alguém para saber o que fazer depois. Você me ouviu, processou o que eu te dizia e logo percebeu quantas asneiras e peripécias a minha mente criara. Já não era eu…

Hoje é tempo de regar

Hoje é tempo de regar. Hoje é tempo de cultivar aquilo que quero viver. Hoje é tempo de amar. Hoje é tempo de fazer o que eu ainda não fiz e manter aquilo que de bom já fiz. Hoje é tempo de agradecer mais em vez de reclamar. Hoje é tempo de escolher qual é o tipo de vida que eu quero viver. Hoje é tempo de ser quem eu sempre quis ser. Hoje é tempo de agir. Hoje é tempo de pensar, mas é tempo de respirar também. Hoje é tempo de relaxar, apenas trabalhar também não dá. Porque um dia, ah, um dia, todos iremos colher...

Hoje é tempo de investir. Hoje é tempo de brilhar. Hoje é tempo de reavaliar. Hoje é o tempo perfeito para olhar mais para o meu jardim. Hoje é tempo de escolher as sementes que quero plantar. Hoje é tempo de me conhecer. Hoje é o dia perfeito para regar em vez, novamente, de reclamar. Hoje é tempo de olhar com mais carinho para aqueles que quero por perto. Hoje é tempo de perdoar. Hoje é tempo de pedir perdão. Hoje é tempo de se priorizar. Hoje é tempo de plantar. Hoje é…

Carta ao meu antigo eu sobre o que é o amor...

Estive olhando algumas postagens antigas nas quais eu me perguntava e me questionava acerca de tudo e todos. Sempre fui assim e essa me parece ser uma característica eterna minha, sou curiosa e até vejo isso como algo positivo, porque somente a curiosidade me levou às respostas que tanto procurei... E em um dos meus grandes questionamentos de quando era mais nova era "o que era o amor?". Como leiga no assunto, naquela época, eu não sabia definir nada, muito menos o que era o amor. Eu sentia, admirava certas coisas, mas amar, eu não sabia, em palavras o que era. E é possível ver essa curiosidade sobre esse assunto com certa imaturidade nesse postagem aqui.

Então, relembrando minhas postagens antigas, um tanto quanto imaturas, eu decidi responder esse questionamento ao meu "eu" antigo. Decidi falar, por meio de palavras escritas e com um pouco mais de experiência agora, o que é o amor e o que é amar. Talvez tenha alguma menina ou menino tão curiosos e jovens quanto e…