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Mostrando postagens de Agosto, 2016

O que são os Face Charts?

Ei, você já viu um Face Chart? Você sabe o que é um Face Chart? Ainda não? Então vem cá!
Eu não conhecia os Face Charts até fazer o curso de Maquiador Profissional, lá eu fui apresentada para essa técnica muito usada pelos profissionais. Os Face Charts são um tipo de croqui usado para testar uma maquiagem planejada pelo maquiador. Ele é um pouco melhor do que o croqui de mão (post aqui), porque além dos olhos pode-se testar o que será usado na boca e na pele também.

A diferença entre um Face Chart e um croqui de estilista, por exemplo, é que ele já vem com o esboço do rosto pronto para receber os produtos de maquiagem, ou seja, o rosto não precisa ser desenhado como num croqui de moda. Na internet existem vários modelos e eu tenho esses dois aqui:
















No modelo de número 1 o côncavo já vem desenhado bonitinho na folha e também tem o desenho do pescoço, já no modelo número 2 não tem côncavo desenhado e nem pescoço, aí o desafio e a liberdade são maiores para desenhar o côncavo da maneira …

Por que não se arrumar?

Gente, eu sempre gostei de me arrumar. Ok, talvez minha mãe tenha uma grande participação nisso. Eu sempre amei me maquiar, podem perguntar pras minhas amigas a perua que eu me transformava para ir à escola, ia com um delineado maaaara (só que não). Eu usava um delineado grosso com um ponto no fim (eu não entendo para que esse ponto, mas eu achava que arrasava uhul) e cada dia ia com um  acessório diferente, era pulseira, era lenço, era presilha e por aí vai. Eu achava que a escola era a São Paulo Fashion Week e ia brilhando HAUSHAUSHAUHASU.

Essa sempre foi a minha marca registrada! Sempre amei me arrumar e gostava de arrumar as outras meninas também, maquiar e dar dicas de batom, sombra, tudo de maquiagem e acessórios. Até quando eu não estava arrumada já achavam que eu não estava bem, vê se pode! A verdade é que eu sempre me amei muito e isso era estampado em tudo que eu usava. Eu amo muito a vida e as pessoas e isso se revertia nas cores, nas roupas, nos acessórios e na maquiagem q…

Eu só queria... voltar a ser eu mesma

Acordar num dia e perceber que essa tempestade passou e me encontrar de novo, comigo mesma. Sabe, penso que nunca me vi tão perdida quanto agora. Sei de onde vim, as coisas que fiz e as rupturas que causei, mas para onde vou e onde quero chegar é mais do que um enigma, talvez até, uma fórmula gigante a ser resolvida. Lembro de quem eu era e ainda sonho em ser aquela, talvez só falte um pouco de coragem de minha parte, mas ela há de chegar.

Assim como o pássaro que nasce e sonha em voar eu renasço e sonho em voltar, voltar ao começo, ali, onde nada havia acontecido ou se desfeito. Muitos de fora veem tudo de bom que existe em momentos como esse e eu só vejo a saudade. Saudade de mim. Saudades daquela que um dia fui e que ainda por ser, eu posso sentir, aqui.

Talvez demore um tempo, um dia, um mês, um ano ou uma década, mas esse tempo há de chegar. Há de chegar um tempo em que olharei para trás e verei sentido nas coisas que fiz. Talvez não veja sentido, mas veja relevância em tudo isso…

O que há de bom em Êta Mundo Bom!

Ai, como as novelas de época me fazem suspirar e viajar em meus pensamentos. Fico pensando em como seria a vida se estivéssemos na época em que se passa "Êta Mundo Bom".

Essa novela se passa nos anos de 40 e 50 mais ou menos e o nome dela faz jus ao que penso sobre aquele tempo. Penso que Êta Mundo Bom remete ao quão simples e bom, realmente, era viver em tempos como aquele. Nem televisão existia! As formas de divertimento iam desde uma conversa ao fim da tarde em torno da mesa da cozinha até encontros casuais em torno das pracinhas. E o amor? Ah, ele era tão puro e singelo e era demonstrado no olhar e declarado por cartas ou pessoalmente.

Não posso esquecer também das roupas que as mulheres usavam, tão lindas e elegantes! Os cabelos sempre arrumados com algum penteado. Os carros de época também eram um luxo só, bonitos de ver!

A tecnologia estava um pouco perto de começar a aparecer com o surgimento da televisão nos anos 50, mas estava um pouco longe de dominar todas as for…

Aquilo que eu chamo de amor...

Eu sempre vivi de ilusões, confesso. Uma criança e adolescente sonhadora. Uma menina que vivia no seu mundo perfeito e colorido e indagava muito sobre a vida (e ainda indago!). Por que ele(a) agiu tão friamente? Por que o mundo é assim? Eu não posso ser diferente? O que é o certo? O que é o errado? O que é o amor? Sim, eu sempre quis saber o que era o amor... 
Entre filmes e novelas, conversas e leituras eu vivia a acreditar no amor profundo e verdadeiro, aquele amor simples e puro, singelo e natural, e ainda acredito! Mas definir o que ele era, com todas as palavras e significados, era mais do que impossível para mim. E mesmo não conseguindo dar o significado à palavra eu nunca parei de questionar: o que é o amor?

Nessa busca eu descobri que saber o que era o amor não era possível. Eu descobri que mais do que saber o que significava era mais importante viver o amor e aí sim, talvez, entender um pouco do que ele é. Descobri que era preciso saborear aquilo que já vinha de dentro de mim…